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quinta-feira, 25 de abril de 2013

Não haverá legado na Copa 2014

A Copa de 2014 no Brasil já é um fracasso!

Essa é a frase que falo sem medo de errar, não sou um profeta, mas não é preciso muito esforço para saber que as coisas foram mal planejadas e a copa será um fracasso. Os estrangeiros que vierem ao Brasil não verão esse fracasso, as pessoas que acompanharem pela TV não verão esse fracasso, as "autoridades" não sentirão nada disso. Apenas o povo do nosso país verá esse fracasso, e vamos pagar caro por isso durante vários anos.

A Copa do mundo no Brasil, que já foi projetada como a copa da iniciativa privada é atualmente uma copa que suga dinheiro público de todas as formas. Alguns estádios estão sendo construídos totalmente com dinheiro público em lugares onde os maiores públicos de futebol nos últimos anos não chegam a 10% da capacidade dos estádios. Outros estádios estão sendo construídos por clubes em parcerias com empresas, utilizando de financiamentos do BNDES que deveriam ser usados para o DESENVOLVIMENTO do país. Fora os estádios que receberam incentivos fiscais absurtos sem uma justificativa plaúsivel. Com relação a estádios poderiamos ter uma copa do mundo somente com aqueles que já existem, com apenas algumas reformas, seriam eles Mineirão, Maracanã, Engenhão, Morumbi, (Olímpico ou Beira-rio), Arena da Baixada, Mangueirão, estádio do Arruda. Talvez um ou dois estádios precisariam de ser construídos do zero, e as reformas poderiam apenas modificar estruturas ruins. O maracanã foi reformado para os jogos pan-americanos e inacreditavelmente foi quase demolido.

Dentre os estádios novos, tive o desprazer de conhecer o novo Mineirão. Todos sabem que os estádios gigantescos foram erguidos na época auge da ditadura militar no Brasil, o objetivo era existir grandes espaços que permitissem uma aglomeração de pessoas que permitisse realizar grandes eventos de "popularização" da política, algo como políticas de pão e circo para domesticar a população. O Mineirão é um estádio que permitia a acomodação de mais de 100 mil pessoas, a 15 anos atrás tivemos jogos com 90 mil pessoas no estádio.

Dentre as características que permitiam o Mineirão ter essa aglomeração grande de pessoas estava a presença da geral, a possibilidade de se estacionar em seu entorno, a presença de grandes avenidas ao redor. Considerando que as gerais foram abolidas por uma exigência de cada torcedor ter seu lugar marcado, ainda que no Brasil temos o hábito de assistir os jogos de pé, o Mineirão foi encolhido para cerca de 70 mil pessoas. Mesmo com essa diminuição, as características básicas do estádio foram mantidas.

No último dia 21/04/2013 fui assistir Galo x Villa Nova no estádio, e vi que conseguiram acabar com uma das suas maiores virtudes. O Mineirão era circundado por estacionamentos e uma grande quantidade de árvores. A presença dessas árvores amenizava o calor do estádio e permitia uma aglomeração dos torcedores nos arredores com um certo conforto.

A primeira coisa que percebi no novo estádio foi uma grande cimento em volta. Foi construída uma grande esplanada, com o intuito de receber eventos do lado de fora do estádio, mas além de diminuir a quantidade de estacionamento disponível para os torcedores, isso criou um espaço morto em volta do estádio. Ninguém quer ficar numa área sem sombra para aguardar o início do jogo. Com essa falta de proteção, o entorno do estádio ficou mais quente e consequentemente a parte interna do estádio (que com uma nova cobertura teve a ventilação prejudicada).

Os torcedores ficaram aglomerados nas ruas em volta do estádio aguardando o máximo possível para fazer a entrada (claro, o fato de não vender bebidas alcoólicas dentro de estádios e dos preços de comidas do Novo Mineirão serem absurdos também favoreceu esse atraso na entrada). Além disso, o estádio contava com 15 portões de acesso, que foram transformados em 6 portões, que, mesmo com mais catracas criaram um grande gargalo no estádio. O mais impressionante é que as áreas centrais do estádio possuem 4 portões de acesso (2 no Leste e 2 no Oeste) e as áreas laterias do estádio possuem 2 portões de acesso (1 no Norte e 1 no Sul), ainda que a quantidade de pessoas que vão para cada setor é quase a mesma. Mesmo assim entrei no estádio relativamente fácil, com 30 minutos estava em minha cadeira.

Não vou entrar no mérito de cadeiras com lugares marcados que só são respeitadas por alguns.

Ao entrar no estádio, fiz o que faço normalmente, passei no banheiro e notei uma coisa terrível, os banheiros não possuem azulejo! Aposto que as pessoas que projetaram o banheiro nunca fizeram uma limpeza. Um banheiro sem azulejo é das economias mais porcas que pode existir, fora que os banheiros foram pintados de preto e parecem sujos.

Quando subi as escadas para a arquibancada central, notei 2 coisas, a primeira é que não fizeram um bom trabalho na estrutura, não corrigiram falhas no reboco e apenas realizaram uma pintura no chão com uma tinta cinza muito feia. A outra coisa que notei foi a distância entre as cadeiras, não há como alguém passar para buscar sua cadeira sem ter que pedir para as outras pessoas levantarem.
Reboco mal feito e pintura feia das arquibancadas do Novo Mineirão
Foto: Leonardo da Mata, eu mesmo!

Foram colocadas umas barreiras metálicas separando os setores do estádio. Essas barreiras ficam quase da altura dos joelhos das pessoas, não sei muito bem as normas, mas em caso de pânico uma estrutura dessa não é visualizada bem e acaba causando mais acidentes.

A impressão que o estádio passou é de que não está terminado, parece que foi inaugurado as pressas com várias coisas mal pensadas e executadas.

Nesse jogo fui e voltei a pé para o Novo Mineirão, pois moro a cerca de 2 quilômetros do estádio, e não tive qualquer problema para chegar.

Ontem, 24/04/2013, foi realizado um amistoso Brasil X Chile no novo mineirão, com o objetivo de demonstrar como seria um evento padrão Fifa. Apesar de não ir ao jogo ele afetou diretamente meu dia.

Para começar, o estacionamento do estádio (que como relatei anteriormente, foi reduzido) só poderia ser usado por pessoas que comprassem o ticket antecipadamente, algo razoável mesmo custando 50 reais. 

Como tratava-se de um evento Fifa, a região no entorno do estádio teve a passagem de veículos proibida e o estacionamento em várias ruas da região também proibido. Algumas pessoas não puderam sair nem chegar em casa de carro. O problema dessa medida é que, uma das avenidas que passa ao lado do estádio é uma das principais de quem precisa chegar em meu bairro. O tal planejamento padrão Fifa fez uma avenida com 3 pistas ser desviada para uma rua com apenas 1 pista, causando um tremendo engarrafamento. 

Fiquei aguardando 45 minutos por um ônibus para voltar para casa e fiquei mais 1:30 no trajeto. Coisa que normalmente gasto 20 minutos. 

Várias pessoas, não podendo estacionar próximos ao mineirão, estacionaram no meu bairro, que fica a uns 2 quilômetros do estádio, vários em local proibido, atrapalhando bastante o trânsito dentro do próprio bairro.

A constituição brasileira deixa claro que o cidadão tem o direito de ir e vir, e todos são iguais perante a lei, mas parece que as pessoas que moram nos bairros próximos ao novo Mineirão não tem esse direito. Se houvesse um planejamento sério com relação a chegada e saída das pessoas no estádio, seriam criados estacionamentos em locais próximos ao estádio, ou nas estações de transporte público, mas não houve NENHUM estacionamento construído com esse objetivo. O estacionamento que existia em volta do estádio foi diminuído causando um transtorno grande.

Um representante da prefeitura teve a cara de pau de falar que o trânsito estava problemático por conta de uma manifestação que aconteceu em uma das avenidas que dá acesso ao estádio, ou seja, se houve algum imprevisto que atrapalhe os eventos passarão pelos mesmos problemas. 

O erro está na falta de infra-estrutura viária e de transporte público e na falta de possibilidade de se chegar de carro na região. Esse representante tem que lembrar que além do jogo há uma massa de pessoas que precisa chegar em suas casas, e essas pessoas deveriam ter respeitado seu direito de ir e vir.

O mais bizarro foi a presença policial nesse evento, em minha rua NUNCA houve patrulhamento a pé, no máximo o carro da PM passa 2 vezes por dia na rua.  Quando cheguei em casa havia 6 policiais fazendo patrulhamento a pé nas proximidades, fora a quantidade de policiais que vi no entorno. Se em eventos como os jogos de 90 mil pessoas que aconteciam a 15 anos, ou no jogo de Galo X Villa não havia nem 1/10 do policiamento que vi nesse jogo, só posso chegar a conclusão que, para o governo do estado de Minas Gerais ( que comanda a PMMG), as pessoas que foram a esse amistoso e as pessoas que irão a Copa do Mundo são mais importantes que o restante da população no quesito segurança pública. Ou seja, o governo do estado rasga a constituição novamente.

Fora as tais obras de mobilidade urbana que foram prometidas para ficarem prontas antes da copa das confederação em Junho de 2013 e que perigam não ficar prontas nem para copa do mundo (sendo que no caso de BH foi prometido Metrô para a copa e trocaram por um ônibus que anda mais rápido, mas que é um ônibus e vai ter que enfrentar o trânsito dessas avenidas).

Com esses relatos eu digo, o gringo que vier ao Brasil, ou aquela autoridade não verão coisas ruins. Talvez algum desconforto relacionado aos estádios construídos porcamente, mas não terão problemas com segurança, pois vão ter um policiamento fantástico no estádio, não terão problemas com transporte público, pois linhas de ônibus especiais serão criadas, não terão problemas com trânsito, pois o governo decidiu dar férias a todos os funcionários públicos e escolas durante a Copa.

Nós, brasileiros, que vivemos nos lugares onde haverá copa do Mundo, vamos passar vergonha, pois o os legados que teremos serão estádios mediocres construídos de forma porca e desnecessária, falsa impressão que somos um lugar organizado para quem vier ver a copa, uma segurança policial fabricada para os dias de jogos que é sumariamente destituída nos dias normais, um desrespeito a constituição quando escolhem dar a algumas pessoas uma importância maior que a população local.

A copa do mundo do Brasil é tão falsa, que criaram um instrumento musical que nunca existiu nos estádios para ter a "vuvuzela" brasileira. Nos nossos estádios usamos Surdo, caixa, bumbo, tamborim, pandeiro, ou seja, instrumentos de escola de samba. 

A mídia não vai falar dos problemas dessa forma, vão inventar várias desculpas e maquiagens para os problemas, algo compreensível, pois o nosso ministro dos esportes acredita fielmente nas desculpas que são dadas.  Além disso, alguém deve estar ganhando algum dinheiro, pois com tudo que foi investido de dinheiro público alguém deve ganhar algo, no meu caso, somente transtornos para chegar e sair de casa e nada mais.

Atualização 0: Eu não fiz revisão do texto, então pode haver erros de digitação e/ou concordância.

Atualização 1: Em tempo, tudo nesse blog é copiável, desde que citada a fonte! Só não vale mudar ou tirar de contexto e falar que fui eu.

Atualização 2: O título e conteúdo desse post poderia ser o mesmo desse: 2014, a Copa que o Brasil já perdeu. ou desse: O cavalo selado já passou.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Identidade não se copia

Muitos criticam os atleticanos por seu apoio incondicional. O que falta é as pessoas entenderem que isso nasceu conosco!

Somos assim, idiotas para uns, mas simplesmente apaixonados.

Para quem não entende, um recorte do jornal de 1958:

quinta-feira, 19 de março de 2009

Por que a Inglaterra rejeitou a Carteira de Torcedor?

Copiado daqui: http://www.universidadedofutebol.com.br/Universidade09/Jornal/Colunas/Detalhe.aspx?id=10782

Se não melhorarem a qualidade dos estádios brasileiros, o torcedor será um animal oficialmente reconhecido pelo governo

Antes de mais nada, não acredito que o projeto da Carteira do Torcedor será implementado. A rejeição à idéia e os empecilhos técnicos e práticos são tão grandes que acho difícil que o discurso passe da sua fase retórica.

De qualquer maneira, é preciso aplaudir a intenção do Governo Federal. Pelo menos, mostram preocupação com o estado dos estádios do Brasil e com a integridade do torcedor. Tornar a ação de cambistas e os tumultos dentro do estádio em crimes, além de elevar o nível de exigência estrutural dos estádios, é salutar.

O cadastramento de torcedores, porém, pode ser um grande equívoco. E não estou dizendo isso baseado em um "achismo" qualquer ou considerando algumas variáveis soltas para a construção de um pensamento superficial. Não. Estou reproduzindo o que foi dito por um dos maiores responsáveis pela melhoria de segurança dos estádios britânicos, Peter Murray Taylor, também conhecido como "Lord Justice Taylor".

Estudos sugerem que o hooliganismo sempre existiu no futebol britânico, mas começou a ficar em maior evidência a partir dos anos 60, atingindo seu ápice em 70 e 80. A escalada de violência nos estádios do Reino Unido foi tamanha que começou a afetar não apenas os residentes locais, mas também a ter consequências para a Europa continental. Por conta disso, o hooliganismo arranhou a imagem internacional do Reino Unido, que passou a ser visto por todos como um país de violentos arruaceiros.

Não ajudou em nada a Tragédia de Heysel, uma briga generalizada entre torcedores do Liverpool e da Juventus em 1985, que resultou em 39 mortes. O problema para o Reino Unido foi que desses 39 mortos apenas um era britânico. Outros dois eram franceses, quatro belgas e, pasmem, 32 eram italianos. Foi um massacre britânico. Logicamente que o Reino Unido passou a ser mal-visto pelos seus vizinhos.

Insuflada por esse acontecimento, a primeira-ministra britânica Margareth Thatcher disse que o hooliganismo tinha se tornado “um problema crônico” na ilha. Algo precisava ser feito. E, condizendo com a sua própria ideologia da redução da liberdade individual e aumento do controle do Estado sobre o cidadão, a "Dama de Ferro" sugeriu a criação da carteira de identidade dos torcedores de futebol (National Membership Scheme) no Football Spectators Act (FSA), em 1989.

A reação da opinião pública foi imediata. O argumento principal contra a medida se baseava na crítica à ideologia da proposta, de identificar o cidadão perante o Estado. Afinal, por que o Estado precisa saber se você vai ou não a um jogo de futebol? Não fazia sentido.

Poucos meses depois da divulgação do FSA, aconteceu a maior tragédia do futebol britânico. Na partida válida pelas semifinais da FA Cup entre Liverpool e Nottingham Forest, no estádio de Hillsborough, do Sheffield Wednesday, 96 torcedores do Liverpool foram massacrados contra as grades que separavam a arquibancada do campo. A mídia tratou de achar culpados para o massacre. A culpa, dizia-se, era dos hooligans. Estava tudo fora de controle. Eles precisavam ser contidos.

Para apurar de forma mais detalhada o que de fato havia levado 96 pessoas à morte, o governo lançou uma investigação que foi conduzida pelo supracitado "Lord Justice Taylor". Ao analisar com profundidade os fatos, Taylor concluiu que o problema em si não era os torcedores, mas sim as estruturas que atendiam essas pessoas. Muito pior do que os hooligans, era a situação dos estádios britânicos. Como exigir que as pessoas possam se comportar de maneira civilizada em um ambiente que não oferece as menores condições de higiene e segurança?

Para evitar que novas tragédias como Hillsborough viessem a se repetir, Taylor elaborou um documento com uma série de recomendações, que ficou conhecido como Taylor Report. Dentre essas recomendações - que incluíam a obrigação da colocação de assentos para todos os lugares do estádio, a derrubada das barreiras entre a torcida e o gramado e a diminuição da capacidade dos estádios - estava o cancelamento do projeto da carteira de identificação dos torcedores. De acordo com Taylor, era bastante possível que a carteira de identidade viesse a aumentar o problema da violência, e não o contrário.

Além dos questionamentos sobre a real capacidade dos clubes conseguirem colocar em prática um sistema confiável de seleção de torcedores e sobre a confiança na tecnologia que seria utilizada, o argumento se baseava na idéia de que a carteira de identidade para torcedores não era uma ação focada na segurança, mas sim na violência. E as tragédias nos estádios não era uma questão de violência, mas sim de segurança. A própria polícia inglesa, que teoricamente seria a grande beneficiada com a carteira, rejeitou o projeto, que, por conta de tudo isso, foi abandonado.

E é aí que talvez resida o grande equívoco do projeto das carteirinhas do torcedor no Brasil. É lógico que o problema da violência é grande, mas muito pior é o problema da insegurança. Como exemplo, a última grande tragédia do futebol brasileiro, o buraco nas arquibancadas da Fonte Nova, só aconteceu porque o estádio estava literalmente caindo aos pedaços. Naquela situação, a carteirinha de identificação não teria salvado as vítimas. Uma melhor fiscalização nas reais condições do espaço e o fornecimento de uma estrutura apropriada para o público, certamente que sim.

É imprescindível que o Governo Federal busque maior aprofundamento para saber as reais consequências do estabelecimento da Carteira do Torcedor, sob risco de criar um monstro muito maior do que o atual.

Muitos dizem que, no Brasil, o torcedor é tratado como animal. E quem é tratado como animal, age como animal. Caso nada seja feito para melhorar a qualidade das estruturas e do serviço dos estádios do Brasil, o torcedor continuará sendo um animal, só que com uma carteirinha. Um animal oficialmente reconhecido pelo governo.

Para interagir com o autor: oliver@universidadedofutebol.com.br



Mais sobre o assunto:
http://cerveboliticos.blogspot.com/2009/03/cadastramento-de-torcedores.html

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

PMMG - Agradecimento

Hoje fui na PM conversar sobre o acontecido no clássico, conforme postado aqui. Eu achava que a denuncia feita não faria diferença, mas parece que eles levam a sério. Relatei novamente os fatos, falei tudo que aconteceu e fui muito bem instruído.

Sobre não portar identificação, o policial pode se estiver utilizando um fardamento especial (tipo armadura), como o pessoal dentro do estádio. Nesse caso, a segurança do policial é mais importante. Com relação ao pessoal de fora do estádio, os que ficam sem identificação fazem por conta própria ou a mando dos comandantes da operação, nesse caso, isso será investigado.

Com relação a truculência dos cavalos, eles estão buscando medidas mais efetivas para conter os baderneiros. Acredito que em breve o uso de cavalos será abolido.

No mais, agradeço ao Tenente Rogério pela ajuda.

Só para constar, não possuo nenhum vídeo a mais da confusão. Acredito que o dono do outro blog que foi citado tenha o material.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

PMMG agindo errado no clássico

Mais um clássico no mineirão, 53 mil ingressos vendidos, e alguns integrantes da PMMG comete os mesmos erros de sempre.

Na hora de separar as torcidas, usa de violência e ignorância. Não sabe lidar com as pessoas com educação. Parece que escolhem os policiais mais sem educação para fazer o trabalho de "proteção" durante o clássico.

O que mais se escuta é "Isso é para sua proteção", mesmo que eles estejam te jogando gás lacrimogênio porque um idiota resolveu falar que vai dar porrada. Se você está perto, você é baderneiro.

O mais legal, é que você pode fazer um reclamação formal na corregedoria, eles te recebem com o maior prazer, só tem um problema, vários policiais ficam no estádio SEM IDENTIFICAÇÃO!

Tirei algumas fotos desses policiais sem identificação, gostaria de ver a defensoria pública tomando atitudes!










Respeito muito o trabalho da policia, inclusive tenho amigos que são policiais e acho que tem que ser muito corajoso para assumir o papel de defensor de outras pessoas, mas não assumir o que há um descontrole de alguns policiais nesse tipo de situação é tapar o sol com uma peneira. Sei que é difícil conter uma multidão eufórica, mas muita gente paga ingresso, não faz baderna nenhuma e sofre porque a policia não consegue identificar os baderneiros.

Cuido da minha vida, mas não gosto de ver coisa errada acontecendo. Se algum policial tiver argumentos de verdade para justificar essas atitudes, pode falar que eu coloco aqui, mas até agora ninguém falou nada que justificasse.

Até entendo que um cavalo poderia passar meio descontrolado no meio do povo, afinal de contas os cavalos são condicionados a continuar correndo quando começam, mas no vídeo do link que postei acima fica claro que o policial joga o cavalo no meio do povo, ao que me parece com a intenção de revidar uma agressão (verbal ou física) que ele sofreu.

Para constar, fui informado que a identificação não é obrigatória nos casos onde o policial está com coletes especiais ou armaduras da polícia de choque, mas mesmo assim, você pode pedir a identificação do policial e informar ao comando sobre eventuais abusos.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Afonso Paulino Assume o futebol do Galo

O famigerado Afonso Paulino, que saiu escorraçado do galo, voltou hoje como diretor de futebol.

Em sua entreveista no superesportes ele disse: “Alexandre Faria já saiu, junto com o Hissa. E ainda tem muita gente para limpar. Desde sexta-feira, já comecei a limpar”, frisou. “Dei um incentivo aos jogadores. O ar mudou. Fico feliz de ver jogadores alegres, funcionários alegres. No jogo de sábado (vitória sobre o Náutico por 2 a 1), os jogadores podem não ter jogado bem, mas correram muito. Quero que eles sejam profissionais. Nada de beijar camisa, mas profissionalismo.”

Só quero saber quem irá limpá-lo do Atlético, pois ele foi um dos que iniciou esse processo de sugar to clube e trabalhar por interesses próprios.

Que suas intenções e atitudes sejam as melhores possíveis.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Entrevista com Kalil

O Kalil montou vários times bons da história recente do galo... Falou que o time perdeu por incompetência, e não por problemas de arbitragem.

Criticou as outras diretorias, principalmente a do Ziza, falando que se ele sair, não faz diferença nenhuma.

Também falou o mesmo do Conselho Deliberativo.

Foi o único que defendeu o voto direto de associados no galo!

Mas fugiu do pau toda vez que apertaram ele, durante seu mandato. Vamos ver o que ele está bolando, porque o discurso dele é de pré-candidato a presidência do galo.

http://www.galocast.com.br/programas/kalil.mp3

Entrevista com Paulo Cury

Esse é um dos mais safados.. Conseguiu fuder tudo, e ainda transformou a Vila Olímpica, que era local de treinamento do time do galo, no famigerado Vila-AquaPark, que só trouxe prejuízo para o Galo e não foi nem concluído...

a dívida do galo com ele passou de R$1 milhão para R$30 milhões, se não me engano.

para baixar as entrevistas:

http://www.4shared.com/file/63279827/86dc0567/cury1.html


http://www.4shared.com/file/63281551/6fc21af8/cury2.html

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Galo X WRV - matéria de 29/09/2001

http://www.terra.com.br/esportes/2001/09/29/002.htm
Será mesmo que são R$21 milhoes??? O problema existe desde 2001, porque só agora o Ziza vem falar. E outra, como uma divida em Dolares é transformada em Reais?? Acho que o senhor Ziza tá fazendo é tempestade em copo d'água.. e mais, o conselho já tinha considerado essa dívida irregular, querendo responsabilizar o presidente Ricardo Guimarães... O único problema é que o estatudo do galo não permite esse tipo de responsabilização.


Atlético-MG é condenado a pagar mais de R$ 15 mi a ex-parceiro
Sábado, 29 Setembro de 2001, 01h05

Belo Horizonte - Em boa fase e prestes a marcar seu milésimo gol em campeonatos brasileiros, o Atlético-MG foi atingido nesta sexta-feira por uma bomba nos bastidores. Em uma sentença de primeira instância proferida pelo Juiz Geraldo Senra Delgado, da 24a Vara Cível da Comarca de Belo Horizonte, o clube mineiro foi condenado a pagar US$ 5,8 milhões (R$15,5 milhões) ao grupo investidor WRV Empreendimentos e Participações LTDA.

A WRV (Wálter, Roni e Vicente) é uma empresa que pertence aos donos de uma tradicional rede de supermercados da capital mineira, o EPA. Ano passado, o grupo adquiriu 60% dos passes do zagueiro Cláudio Caçapa e do atacante Guilherme, por US$2,4 milhões e US$3,6 milhões, respectivamente.


No dia 30 de junho deste ano, o Atlético vendeu Caçapa ao Lyon, da França, por US$5,25 milhões. O clube mineiro, porém, não honrou integralmente o repasse que deveria fazer ao sócio.

Após várias tentativas de acordo, a WRV moveu na terça-feira passada uma ação de execução contra o clube, solicitando como garantia o arresto de bens móveis e imóveis, inclusive contas bancárias dos Executados.

A empresa exige US$ 4 milhões por 60% do passe de Guilherme (incluídos 12% de juros ao ano), US$2,55 milhões pelos de Caçapa e US$1,2 milhão de multa pelo descumprimento contratual, o que totaliza aproximadamente US$ 7,8 milhões.

Com o desconto dos US$ 2 milhões já liquidados pelo Atlético, a dívida cai para US$5,8 milhões, tendo o clube 24 horas para pagar. Caso contrário, a penhora de bens já está autorizada pela Justiça.

Nenhum membro da atual diretoria do clube mineiro, que deve recorrer da decisão, foi encontrado pelo LANCE! para comentar o assunto

Denúncias de Manfredo Palhares

Retirado da comunidade do Galo no orkut:

A insatisfação do conselheiro Manfredo Palhares não se limita as atuações do Atlético dentro das quatro linhas, mas a seu quadro financeiro, que ele classifica de “irreversível”, a não ser que haja averiguação das irregularidades. Com pesar perceptível na voz, o conselheiro revela: “O Atlético Mineiro faliu”. Palhares veio ao jornal Edição do Brasil munido de documentação e relatos que revelam os fatores e responsáveis por levar o Atlético ao atual crítico quadro financeiro. As declarações do conselheiro Manfredo Palhares , são baseadas no trabalho de uma investigação realizado por ele no clube sobre os últimos 13 anos. Quaisquer esclarecimento judicial, deve ser tratado com o próprio Palhares, que se diz munido para provar judicialmente e em qualquer aspecto suas declarações. O jornal Edição do Brasil reproduz os principais trechos da entrevista concedida pelo conselheiro, que detalha o começo da chamada “dívida impagável” atleticana.


O começo do déficit nas finanças do Clube:

“Em 1995 o então presidente Afonso Paulino deixa o clube para seu sucessor, Paulo Cury com um passivo (dívida) de aproximados R$ 3,6 milhões. Nessa época, o Paulino tinha revelado o Reinaldo (não o rei) e teve uma proposta de R$ 4 milhões por ele. Se o Afonso Paulino tivesse vendido o atleta, teria recursos para pagar o passivo. Mas Paulino preferiu segurar Reinaldinho para uma maior valorização. Só que Paulino deixou o clube, e em seu lugar entrou Paulo Cury que serviu de ponte para a entrada de uma quadrilha. Desde então praticaram estelionato, crime de usura e peculato.. Paulo Cury liquidou com o Atlético Mineiro, não prestava contas ao Conselho, que era comandado pela omissão do então presidente, o Sr. Cecivaldo Bentes, o Tite. No fim de sua gestão, Cury já estava bastante complicado judicialmente, foi quando, lançou Nélio Brant para a disputa eleitoral no Atlético. Esse rapaz, que era do Banco Rural, havia emprestado, inclusive, um dinheiro ao Galo (R$ 150 mil). Sua administração foi um escândalo.

Em um curto período de seis meses, esse indivíduo abriu 22 duas contas no Banco Rural em nome do Atlético, sendo que apenas uma efetivamente tinha movimentação financeira. Realizou também uma grande quantidade de contratos podres, perceptivelmente adulterados. Eu tenho alguns desses contratos. Havia uma denúncia no MP para averiguação disso tudo, mas a investigação que ia de vento em pouca parou em 99, quando o então promotor encarregado do caso foi inexplicavelmente afastado. Com a entrada de Alexandre Kalil as coisas se complicaram de vez. Cansei de pedir para esse senhor relatórios sobre a situação financeira do Galo, mas ele nunca forneceu, nem sequer respondeu. A entrada nos Conselhos fiscal e deliberativo de Kalil, Jarbas Soares e Manoel Saramago pacificaram as investigações que estavam ocorrendo no clube”, diz Palhares.


Aumento insustentável da dívida e supostos esquemas:

“Por incidência do destino, dois bancos que haviam executado o Atlético, por conta do não pagamento de dívidas (BMG e Rural) entram na política do clube, através de seus representantes (Nélio Brant e Ricardo Guimarães), e juntos proporcionam um dos maiores roubos da história do futebol brasileiro. O Sr. Ricardo Guimarães é um individuo, hoje, indiciado pela Procuratória Geral da República. Ele abriu mão da administração em 2004 para se dedicar a seus negócios com o Zé Dirceu, acordou na última hora. Mas em 2005, ano que estoura o esquema do “mensalão”, o Sr. Ricardo Guimarães deixa o Clube cair para a Segunda Divisão. Sobre o dinheiro que ele colocou dentro do Galo, tenho diversos protocolos pedindo um detalhamento, valor real das coisas. Segundo estimativa de Alberto Lima Vieira, o Ricardo Guimarães, em 2009, terá R$ 130 milhões para receber do Atlético. A torcida quer saber quais os juros destes empréstimos, dizem que é de 2% , mas a constituição permite apenas 1% nesses casos”, revelou Manfredo.

Objetivos dos causadores da “dívida impagável”:


“Eles querem chegar a um ponto que o Atlético tenha com eles R$ 200/300 milhões em dívidas para ficarem com o Diamond Mall. Isso não pode acontecer, é um patrimônio do Atlético desde 1927. Eles processam o Atlético no passado por causa de R$ 150 mil reais, porque sabiam que o Clube não tinha condições de pagar. Como eles querem receber agora, R$ 130 milhões? Qual o motivo de eles colocarem sal em carne podre? Temos que ver isso, eles sempre souberam que o Clube não tinha receita nem como pagar, mesmo assim injetam dinheiro em suas gestões. O pior é que os que fizeram isso com o Atlético, ao invés de serem punidos foram condecorados Conselheiros Beneméritos. Esses conselheiros já estão sendo infiltrados para favorecer uma eventual utilização do Diamond Mall para pagar a dívida com eles contraída”, denunciou Manfredo Palhares.


Atual cenário político (gestão Ziza Valadares):

“Esse rapaz não serve para dirigir o Atlético. Primeiro não tem competência. Ele tem que largar o cargo. Isso não é praia para ele. O engraçado, é que antigamente eu o pedi para assinar um pedido de auditoria, na época, ele me respondeu que não queria entrar para a política no clube. Eis que tempos depois ele entra, primeiro como diretor de futebol e depois como presidente”, disse o conselheiro.

Ainda de acordo com Manfredo Palhares, a dívida do clube, hoje, exorbita em torno dos R$ 400 milhões.

Atuação do Conselho Deliberativo atualmente:

Em reunião na última sexta feira, o Conselho Deliberativo do Atlético pediu o licenciamento de Ziza Valadares da presidência do Clube. Manfredo Palhares, em sintonia com a decisão, fez um apelo ao chefe do Conselho Deliberativo atleticano. “Dr. João Batista Aldirzoni peço ao senhor: Faça a auditoria, ouça a voz do povo. Largue as pressões e ouça a instituição. Nosso presidente do executivo já foi chamado de ladrão durante reunião do Conselho, eu tenho a ata. O problema já esta ficando social, as crianças não querem mais torcer pelo Atlético. Vamos banir e expulsar toda essa gente do nosso Galo. O senhor tem grande chance de se perpetuar como homem que salvou o Atlético Mineiro”, finalizou Manfredo Palhares.

Raios-X das últimas administrações:

Segundo estimativas de Palhares e de alguns profissionais da imprensa, o Edição do Brasil fez um detalhamento quadro-a-quadro das administrações citadas pelo Conselheiro. Nesses últimos 13 anos, o clube ganhou apenas seis títulos, mas aumentou sua dívida em mais de 100%. Confira do infográfico feito pelo departamento de arte, o detalhamento dos presidentes que passaram pelo Galo, entre 1995 e 2007, suas conquistas e estimativa da dívida durante as gestões.

Aumento da divida com Ricardo Guimarães

http://www.novaimprensa.inf.br/passadas/467/esporte.html

No fundo do poço

Auditoria revela que dívida do Atlético na presidencia de Ricardo Guimarães, pode subir a mais de 300% em 4 anos

“Parece-nos que, a persistir a presente situação, a dívida do Clube Atlético Mineiro para com terceiros, tornar-se-á impagável, o que resultaria, ao cabo, em cessão de patrimônio imobiliário ao clube, solução totalmente desaconselhável”. É este o parecer preocupante dado pelo Conselho Fiscal do Atlético, presidido por Alberto de Lima Vieira, sobre a situação financeira do clube, que atualmente, estima-se, tem uma dívida que giram em torno de R$ 150 milhões, boa parte dela oriunda de decorrentes juros que se acumulam mês a mês na conta da entidade, que firmou diversos contratos de empréstimos financeiros nos últimos anos. Os levantamentos da Auditoria compreendem o período de janeiro à setembro de 2005.
A situação catastrófica do Atlético se agrava a partir do momento em que o clube não tem receita para cobrir esses encargos mensais. De acordo com a Auditoria feita pelo Conselho Fiscal do clube – e que foi entregue a todos os conselheiros na reunião do Conselho Deliberativo de 19 de dezembro último – a dívida atleticana apenas com “empréstimos e financiamentos”, entre 31/12/2003 e 30/09/2005 (data do último balancete), subiu de R$ 30.563,425,00 para R$ 64.340.087,00.
Ainda de acordo com a Auditoria, nesse quadro, a dívida do clube para com Ricardo Annes Guimarães (atual presidente do CAM), que constou das demonstrações financeiras de 31/12/2004 pelo saldo de R$ 23.818.373,35 atingiu, no mesmo balancete de 30/09/2005, o valor de R$ 40.012.372,70 – um incremento de 67,99% em apenas nove meses.
Baseando-se neste montante, o Conselho Fiscal estimou que a evolução da dívida do Atlético com seu presidente, em 4 anos, atingirá a casa dos R$ 130 milhões, levando-se em consideração somente os acréscimos com juros de 2,35% ao mês sobre a dívida corrente, e perfazendo uma situação de que o clube não mais recorreria à empréstimos pessoais junto à Guimarães neste período.
De posse dos documentos levantados pela Auditoria, o conselheiro Manfredo Palhares (que denunciou as supostas irregularidades de empréstimos feitos pelo Atlético para o Ministério Público em agosto/2005) exaltou o trabalho feito pelo Conselho Fiscal: “Felizmente as denúncias começaram a surtir efeitos positivos. Coube ao senhor Alberto Lima Vieira pedir uma auditoria em cima de todas as denúncias, porque ele também detectou irregularidades dentro do Atlético, pois ele se trata de uma pessoa muito séria e na área tributária é um dos melhores profissionais do país”, ressalta Manfredo, que relata que os levantamentos feitos pelo Conselho Fiscal vão de encontro com suas denúncias: “Nessa Auditoria nota-se todas as nossas suspeitas do envolvimento financeiro de pessoas físicas e jurídicas botando dinheiro dentro da instituição [Atlético]. Faliram o Atlético”, diz.
Pelo menos seis ‘credores’ chamaram a atenção do conselheiro, no que tange os juros que vêm se acumulando mês a mês. O principal credor do Atlético é seu atual presidente, Ricardo Guimarães, que no levantamento exaurido pelo Conselho, é detentor de boa parte do montante da dívida do clube: “Dentro da pessoa física, o Ricardo Guimarães tem verdadeiras fortunas mensais dentro do Atlético Mineiro. Em sua pessoa jurídica (Banco BMG), coincidentemente não existe nenhum registro. Existem sim registros de outros bancos, como o Rural, e de outras pessoas físicas. Só no mês de janeiro/2005, o Ricardo recebe R$ 536.723,07. Já em setembro/2005 [último mês analisado na Auditoria], a dívida mensal para com ele já chega aos R$ 887.586,29 em apenas uma nota. A projeção atual é que o Atlético deva ao Ricardo cerca de R$ 40 milhões, isso só na pessoa física, que não é um agente credenciado legalmente para fazer empréstimos. Isso é crime de usura (contrato de empréstimo com a cláusula em que o devedor se obriga ao pagamento de juros – lucro exagerado), vai pro Ministério Público e pra Polícia Federal, é crime”, ataca Manfredo, que cita outros credores suspeitos: “Acontece que não é apenas o Ricardo que faz esse tipo de empréstimos como pessoa física. Outras pessoas, como o Sr. Edeferson Nilton de Araújo também recebe como pessoa física. Existem diversos empréstimos em nome do Sr. Evandro de Pádua Abreu. Outros diversos empréstimos da Erkal Engenharia, que recebe uma média de R$ 100 mil por mês. Tem uma tal de Coelho & Coutinho que também recebe dinheiro do Atlético, cerca de R$ 170 mil por mês. O fato mais curioso é que eles não devem estar recebendo esse dinheiro porque o Atlético não tem recursos para pagá-los e estes empréstimos estão acumulando como uma bola-de-neve e daqui a pouco o clube vai ter uma dívida na ordem de R$ 200 milhões. Suspeito também de empresas como a Indusval e a Intermedium, que são entidades pouco conhecidas no mercado financeiro. Estas duas se tratam de pessoas jurídicas, mas temos que procurar saber quem são seus donos. Nunca vi uma empresa de engenharia [Erkal] emprestar dinheiro”, denuncia.

Omissão
Palhares continua com a tese de que o Conselho Deliberativo do clube, do qual ele faz parte, mesmo com toda a situação calamitosa que atravessa o Atlético, continua omisso. O conselheiro se baseia no fato de todos os outros conselheiros terem recebido a mesma documentação da Auditoria, há mais de um mês, e ninguém até agora haver denunciado ao Ministério Público ou à imprensa as altas taxas de juros que vencem na conta atleticana mensalmente: “Eu fico surpreso, porque toda essa papelada foi entregue aos conselheiros que estiveram presentes na última reunião do Conselho Deliberativo (19/12/2005) e nenhum conselheiro fez barulho com isso. Conselheiros como o Emanuel Carneiro, que é diretor da Rádio Itatiaia, maior veículo de comunicação esportiva de Minas Gerais, recebem esses documentos e não falam nada. Todo documento chega em mãos dele, e rápido. A sede da rádio dele fica a menos de 10 quilômetros da sede do Atlético. Ele com o veículo que tem na mão, deveria cumprir seu papel de denunciar todas essas irregularidades, é dever dele como conselheiro e jornalista. Outro também é o Jader Anatório Lima, que é diretor da Rádio Inconfidência e conselheiro do clube. Ele também deveria fazer uso do veículo que ele tem para denunciar o que está acontecendo”, frisa Palhares, que por questões pessoais não comparece às reuniões do Conselho, o que de fato, retarda seu acesso às documentações nelas apresentadas.
Manfredo avisa que, nos próximos dias, o Ministério Público estará recebendo essa nova documentação: “Essas pessoas físicas não são credenciadas para fazer o que estão fazendo. O Ministério Público irá decretar para a União, e certamente será encaminhado em seguida para a Receita Federal. Detectamos que esses empréstimos irregulares só fazem do Atlético a vítima. A dívida que eu achava que o clube tinha com o Banco BMG na verdade é com o Ricardo. É uma lástima. A responsabilidade é da administração do clube, porque o Atlético é uma entidade sem fins lucrativos e infelizmente ela só dá prejuízo, porque eles (dirigentes) só têm competência pra isso”, finaliza.

Entrevista com Kalil pelo Jornal o Tempo.

http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdNoticia=44059

ENTREVISTA - Kalil põe a boca no mundo

Ex-dirigente diz que não faz parte dos homens que levaram o Atlético para a segunda divisão e aponta seus erros no clube.

CÂNDIDO HENRIQUE SILVA/PEDRO BLANK

Alexandre Kalil reluta em conceder entrevistas, afinal, sabe que qualquer declaração sua mexe com os atleticanos. Nas conversas da equipe de O TEMPO para o agendamento da conversa, ainda por telefone, disse que topava falar para provar a distância que o separa dos "homens que levaram o Atlético para a segunda divisão".

No encontro que durou quase uma hora na sede de sua empresa de engenharia civil, não se recusou a responder nada. Só não citou nominalmente quem seriam os responsáveis pela degringolada do Atlético.

"É só olhar os coveiros. Vocês são jornalista e basta olhar quem levou o Atlético para segunda divisão", afirmou.

De memória, é possível responder Kalil. Quem comandava o Atlético na queda para a Série B, em 2005, e exercia influência no futebol eram o presidente Ricardo Guimarães e o vice-presidente de futebol, Sérgio Coelho.

Resposta dada e, claro, Kalil fica quieto ao ser indagado se os nomes eram esses. Sentado numa mesa com vários escudos do Atlético e tendo uma fotografia da torcida cruzeirense estendendo uma faixa com palavras obscenas a ele, Kalil esmiúça o Atlético e o futebol. Como de costume, não escolhe meias palavras.

Fala de bate-pronto. E, como ele mesmo diz, não há off. Tudo pode ser publicado. Afastado há quase um ano do conselho deliberativo, Kalil faz questão de assumir sozinho a responsabilidade pela contratação fracassada de Alex Alves.

A dispensa do meia Ramon, a redução de salários e as ações do Galo na Justiça também recebem comentários do ex-cartola mais querido e ao mesmo tempo mais odiado pelos torcedores mineiros.

O TEMPO - Como o senhor avalia esse desequilíbrio financeiro nas contas do Atlético" De quem é a culpa" Alexandre Kalil:

O Atlético foi entregue em 1985 sem dever um tostão, inclusive de imposto. Depois os presidentes foram vendendo quilos de jogador para o exterior. Quilos.

Venderam uns 20 para a Europa. Foi Moacir, Cléber, Renato Morungaba, Airton e não conseguiram sanear o Atlético.

De 85 para cá, aconteceu isso tudo. Agora, o Atlético tem uma dívida fiscal. Com a dívida bancária, o grande problema do Atlético foi ter crédito. Quem não tem (crédito) não precisa se inviabilizar.

O senhor saiu no começo de 2000 e voltou em 2001. Ficou assustado com a situação que encontrou"
Eu fiquei. Em 2001, fomos assistir um jogo do Atlético e ele perdeu de 4 a 0 para o Villa Nova, no Independência. Eu abaixei na bancada e falei com o Ricardo (Guimarães, presidente): "Ricardo, estamos liquidados. Esse time não chega em lugar nenhum".

E financeiramente"
Tínhamos sete meses de salários atrasados em 2001. Botamos em dia esse salário porque fomos viabilizando. O Atlético tem que ser tocado é no Clube dos 13, fora da sede de Lourdes. É no eixo onde se busca o dinheiro, não no banco.

Futebol busca dinheiro é na mídia. Nós não tínhamos nenhum grande volume de dinheiro colocado dentro do Atlético.

Desde que saiu do Atlético, há três anos, o senhor se afastou totalmente da vida administrativa do clube"
Completamente. Mas começaram a colocar meu nome no balaio, eu fui à Justiça do Trabalho e está aqui: 207 ações, sendo 185 de três anos para cá.

Eu tinha 15 ações trabalhistas e apenas seis de jogador. Hoje, tem 207 (ações), então não me coloca nisso. Se você perguntar se o Ramon é culpa minha, eu digo que é. Mas isso aqui não é. Ir para a segunda divisão não é.

O senhor foi difamado"
O Atlético passou a ter um negócio de vice-presidente de futebol dar entrevista, aparecer em jornal e puxar placa. Ele trouxe jogadores. Falar que o Emerson, o Nilson Sergipano, o Mexerica, o Jales é culpa minha é sacanagem. Jales, no meu tempo, não limpava o chão da sede.

Comente sua decisão de abaixar os salários dos jogadores.
Havia contratos de R$ 180 mil que não fui eu quem fiz. Eu não posso pagar a um jogador R$ 180 mil. Não foi uma decisão irresponsável. Todos aceitaram a redução, que não é de salário porque salário não se abaixa. A lei não permite.

Era de empresas que eles fazem para direito de arena para burlar o fisco. Então, abaixamos contratos de empresas. Não foi feito nada de orelhada. Dos 35 jogadores que tínhamos, apenas o senhor Edgard entrou na Justiça.

O Ramon ganhou na Justiça cerca de R$ 3 milhões do Atlético. O senhor participou ativamente do afastamento dele em virtude de atritos com o técnico Levir Culpi. Por isso, é uma responsabilidade sua"
É minha. O Ramon saiu do Atlético com salário em dia, abandonou o emprego, pois o contrato dele não rezava que tinha que ser titular. Quebrou a hierarquia do clube e está ganhando dinheiro do Atlético na Justiça.

Corre o boato de que o senhor teria contratado o Alex Alves para fazer raiva no Zezé Perrella. É verdade"
Absolutamente mentiroso. O Zezé Perrella não tem nada com isso. Fomos no maior sigilo à Alemanha.

Foi um pedido do Celso Roth e o Alex Alves veio de graça. O clube que levou o Alessandro Cambalhota pagou o Hertha Berlim. Eu sei que o Alessandro e o Alex Alves vieram de graça.

O Atlético lhe deve alguma coisa"
Nada. Nenhum tostão. Não me deve nada. E eu nunca tirei dinheiro da minha empresa para o Atlético. O que eu fiz foi usar o meu aval para o Atlético e mais nada.

Há um relatório do conselho deliberativo apresentado em dezembro de 2005 que mostra que uma das empresas que teriam a receber do Atlético seria a Erkal, cujo proprietário é o senhor...
Isso foi simplesmente aval bancário. Eu tenho todos os contratos casados com o banco. Eu tomei dinheiro do Atlético na mesma tarde, e tenho tudo documentado, e emprestei para clube. O dinheiro não parou aqui dentro um minuto. A taxa que o banco me cobrou é a taxa que eu cobrei do Atlético.

Procede a versão de que numa reunião do conselho o senhor teria dito que o Atlético não poderia mais pegar dinheiro emprestado com Ricardo Guimarães"
Não. O que nós deliberamos é que o Atlético não pagaria o Ricardo Guimarães sem uma comissão. Isso foi deliberado pelo conselho. Se o Atlético, hoje, quiser pagar o Ricardo, tem que passar por uma comissão que foi formada.

O senhor tem conhecimento de alguma proposta de o Atlético ceder o shopping DiamondMall para o ex-presidente Ricardo Guimarães"
Somente se eu estiver debaixo da terra. Não é para o Ricardo. É para qualquer um. O shopping do Atlético é patrimônio maior que o Atlético tem. O shopping é do Atlético e vai voltar para o Atlético.

Enquanto o senhor esteve à frente do futebol, quais foram as principais negociações envolvendo transferências de jogadores"
Vendi o Lincoln para o Kaiserslautern e o Gilberto Silva para o Arsenal. Eu estou falando eu porque fui sozinho lá vender. O que saiu de lá entrou aqui.

Não tem esse negócio de, no meio do caminho, sumir 10% ou 15%. Nós vendemos R$ 40 milhões em jogador. Eu vendia bem.

Como foram usados esses recursos"
Tudo utilizado para abater nas dívidas. Nada foi investido em jogador, em contratação ou em centro de treinamento.

O dinheiro do CT, nós fizemos uma engenharia econômica com a Umbro, que era nossa patrocinadora, e o dinheiro iria direto para a construtora.

Entregamos pronto. Eu saí do Atlético e aquilo estava prontinho, só faltando uma rede tubular embaixo do hotel e mobiliar. O resto foi tudo entregue antes de sair do Atlético.

Quem são os culpados pela crise que se instalou no Atlético"
Vejam quem jogou o Atlético para segunda divisão. Os coveiros. Tem gente que está agarrado até hoje. Não tem cargo, não tem nada.

Não sei que mistério é esse. Mas tem gente que agarra a pasta e não solta o osso. É muita paixão pelo Atlético. Tentou ser tudo, não é nada, mas está agarrado.

O senhor pode comentar se o contrato entre Atlético e a empresa que administra o shopping DiamondMall é lesivo aos cofres do clube"
O Sérgio Sette Câmara, o Carlos Goulart e a equipe de advogados que trabalhavam conosco ferveram no shopping atrás do dinheiro.

Isso só nasceu na nossa época lá. O que o shopping faz com o Atlético é uma indecência. O Atlético está sendo gravemente lesado.

Então o acordo é ruim"
O shopping cobra estacionamento depois do contrato e o Atlético não recebe nada. Faz outro andar e o Atlético não recebe nada.

No Natal, o faturamento triplica e o Atlético não recebe nada. Luvas de lojista, o Atlético não recebe nada. É o pior negócio do mundo. Se tem dono, o dono está bilionário. É uma aberração.

Qual o caminho a ser seguido pelo Atlético"
O Atlético se resolve é fora da sede de Lourdes. Ficamos três anos sem fazer uma reunião de diretoria. Tudo que era resolvido e importante para o Atlético era com um telefonema de cinco minutos. O departamento jurídico fazendo contrato e o departamento técnico trabalhando. Agora, decisão não se toma em reuniãozinha.

O Atlético tem que sair. Tem que ir para o eixo buscar dinheiro. Participar, não. Liderar. Porque nós lideramos. Nós lideramos a liga do futebol brasileiro e o Clube dos 13. O Atlético foi vanguarda em matéria de futebol nesses três anos em que trabalhei.

É preciso sonhar alto"
No meu tempo, o São Paulo era freguês. O São Paulo nunca chegou à frente do Atlético comigo. Tem que pensar grande na hora de fazer um pacote com a televisão o ano inteiro.

Não me venham dar migalha para Atlético, Cruzeiro, Atlético-PR, Grêmio e Internacional.

Falta peito dos dirigentes para criar a Liga do Futebol Brasileiro e parar o Brasileirão, por exemplo"
Se o Cruzeiro não anda para trás e abraça o Ricardo Teixeira, a Liga do Futebol Brasileiro estava pronta. Quem tem que cuidar do dinheiro do futebol é o clube.

O Cruzeiro roeu a corda"
Isso é público. É só ver as notícias da época. Agora estão penando e têm que pegar o São Paulo com R$ 20 milhões a mais no bolso.

Temos que disputar o Brasileiro igual com eles. O futebol brasileiro vai acabar, vai virar futebol europeu. Vai ter quatro a cinco times. Porque estão matando

Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. Só não vê isso quem é cego. Eu não era contra o Estadual e nem sou. A liga hoje, se corrigindo o contrato, era coisa de R$ 10 milhões a R$ 12 milhões para o Atlético.

O Atlético está recebendo R$ 800 mil a R$ 1 milhão no Mineiro. É piada. O Atlético tem que contratar qualquer um. Enquanto eles trazem Zé Roberto, Nilmar e outros.

Quem seria o presidente da liga"
Para nós conseguirmos o apoio do Clube dos 13, prometemos a presidência para o senhor Fábio Koff. Ele foi o primeiro que traiu. Antes, o Fábio Koff era um homem que tinha currículo e agora tem folha corrida.

Com a desistência da liga e a sua saída, o Atlético fez as pazes com a CBF. Foi algo bom"
O Atlético caiu para a segunda divisão abraçadinho com a CBF. Enquanto nós éramos brigados, não perdemos nada.

Quando ficamos amiguinhos é que nós fomos para a segunda. Brigar com a CBF não é ruim. Ruim é ser amigo. O Atlético é grande amigo. O Atlético foi para a Série B sendo roubado.

Qual a pior administração da história do Atlético"
Tenho a minha opinião e prefiro não dar. Opinião é coisa leviana.

Por que o senhor deixou o Atlético"
Eu saí porque o Atlético participou de uma reunião, que eu não sabia, para paralisar o Campeonato Brasileiro. Eu não aceitei.

No auge da minha briga com a CBF, eu não iria aceitar fazer um acordo com o Ricardo Teixeira para chutar um estatuto (Estatuto do Torcedor) que é a única coisa boa que tem no futebol.


Publicado em: 31/03/2007

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Nelson Campos detonado pela Revista Placar

http://rapidshare.com/files/145493487/placar_1989_nelson_campos.pdf.html


uma placar de 1989 mostra com detalhes a administração de Nelson Campos presidente do GALO de 86 a 88

uma verdadeira vergonha

resumão da ópera

dezenas de carros vendidos ao clube superfaturados e depois comprados do clube por valores abaixo do mercado, festas e viagens pagas com o dinheiro do clube para conselheiros, amistosos fantasmas pelo interior..

VENDEDOR INCONTROLÁVEL
Vendeu 24 jogadores ao longo de 2 anos e idolos da torcida e como sergio araujo e zenon
foram arrecadados mais de 2 milhoes de dolares e nenhuma obra foi tocada durante a sua gestão e as taxas de juros que na epoca eram de 35 e 36% e ele aplicava em bancos de amigos a taxas de 31 e 32%

NEGOCIOS EM FAMILIA
aqui fala da parte de venda e compra de carros pelo presidente e seus familiares lesando o clube claramente, e fala tb do pagamento de emprestimos do clube por lotes, sempre claro lesando o patrimonio do GALO

O NEGOCIO É FESTEJAR
aqui fala das farras bancadas com o dinheiro do clube, essa parte mostra uma viagem para brasilia aonde o presidente e 22 conselheiros foram acompanhar a pose do então ministro da reforma agrária Leopoldo Bessoni, e não para por ai.. leiam essa parte e vao entender

AMISTOSOS FANTASMAS
fala sobre o então diretor das categorias de base Neri Campos é como se fosse um hissa da época

esse aprontava tb, dentre algumas coisas ele montava dezenas de times do GALO composto de qq pessoa ate mesmo um pedreiro como vcs vao poder ver na reportagem e mandava esses times excursionar pelo interior ganhando cotas de jogos e pergunta se o galo via alguma grana desses jogos??? .

para se ter uma pequena idéia do tipo de pessoa que estamos falando esse nery ate comida do restarante do labareda roubava

Que conselho deliberativo é esse que permite que pessoas assim administrem o galo ha quase 20 anos??

Posso falar com toda certeza quem tem menos de 29 anos so viu ladrão no GALO

Essa revista é de 89 tem quase 20 anos que o GALO esta sendo roubado por todos os presidentes que passaram aqui

Aonde estava o conselheiro Emmanoel Carneiro nessa época e o Chico Maia??

Enchendo o rabo de whisk as custas do galo e acobertanto toda essa merda é isso que eles estavam e estão fazendo

E na revista começa a contar o podres do tão endeusado Elias Kalil tb

Ou seja

Não se sabe aonde essa merda toda começou

Mas essa revista é pelo menos um ponto de referencia para quem acha que na época do Paulo Cury era bom ou na época do Nélio Brant era bom

Tem que vir um revista de SP para contar as merdas que a porcaria da imprensa de MG não conta.

Entrevista com Afonso Paulino

A Itatiaia resolveu "tomar jeito" e começou a série, Dossiê Atlético, que vai perguntar o que foi feito em cada uma das administrações do Galo nos últimos anos. A primeira entrevista foi feita com Afonso Paulino, presidente que iniciou o processo de endividamento do atlético. Ele contraiu uma dívida com o ex-governador Newton Cardoso, para quitar salários, deixando como garantia uma proposta de venda de um atleta do galo.

Ele foi responsável pelo cotrato do Shopping Diamond Mall, que é uma das sua burradas. Nessa entrevista ele defende o ex-presidente Ricardo Guimarães, dizendo este ser bem intencinado, mas mal acompanhado na diretoria do galo.

Além disso ele fala que os problemas mas graves devem-se ao Paulo Cury, e atualmente ao Ziza, que é um político de péssimo caráter.

Baixe as entrevistas aqui:

http://www.4shared.com/file/63146139/eef93a86/paulino1.html

http://www.4shared.com/file/63146577/6a247a59/paulino2.html

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Reunião do Presidente do Conselho do galo com a torcida

Parte 1:


Parte 2:


Parte 3:


Parte 4:


Parte 5:


Parte 6:


Parte 7:


Parte 8:


Parte 9:


Parte 10:


Parte 11:


Parte 12:


Parte 13:


Ainda não assisti.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Daniel Dantas e o envolvimento com Ricardo Guimarães

08/07/2008
Preso um dos responsáveis pela ruína do Bahia

Está preso o banqueiro dono do Opportunity, um dos responsáveis pela ruína do EC Bahia, Daniel Dantas.

A Operação Satiagraha, da Polícia Federal, comandada pelo delegado Protógenes Queiroz, prendeu também o ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta, além do especulador Naji Nahas.

Queiroz comandou também o inquérito sobre a parceria Corinthians/MSI e faz parte do grupo que investiga a lavagem de dinheiro no futebol mundial.

Segundo o autor do furo sobre a prisão do banqueiro, o jornalista Bob Fernandes, do Terra Magazine, as próximas horas deverão trazer novidades sobre o submundo do futebol.

Dantas esteve para ser preso em outras ocasiões, mas vazamentos levianos de informações sigilosas atrapalhavam a ação da PF.

Mais detalhes em http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI2995390-EI6578,00.html
(...)
O que isso tem a ver com o galo, bem, na época do Mensalão, a empresa de Daniel Dantas pagou a DNA, empresa de Marcos Valerio... O problema foram as transferencias para as contas pessoais de Marcos Valerio, no banco do nosso querido presidente (porque o Ziza é laranja).

http://jbonline.terra.com.br/jb/papel/brasil/2005/07/27/jorbra20050727006.html

Nao precisa de muita coisa para ver que a podridao faz parte da diretoria do galo....

basta procurar "daniel dantas ricardo guimaraes" no google para ler as reportagens.

terça-feira, 1 de julho de 2008

Lavando a Alma Atleticana

Ocorreu nessa noite de segunda-feira 30/06/2008, o protesto Lavando a Alma Atleticana, organizado por: Eficigalo, Movimento 105 Minutos, Galoucura, Uniformizada, Revolução Atleticana, Galo Metal.

Esse protesto é contra a falta de transparência da diretoria do Clube Atlético Mineiro, pela criação imediata e um sócio torcedor com direito a voto no clube e pela implantação de uma auditória independente com participação de todas as torcidas organizadas e movimentos.

Os torcedores presentes fizeram a lavagem simbólica da sede administrativa, e seguiram para a sede do banco BMG, de propriedade de Ricardo Guimarães, que ainda mantém relações com o clube mesmo não fazendo mais parte da diretoria do Galo. Ricardo foi responsável pela queda à série B, além de ser um dos credores do Atlético. Suspeita-se de lavagem de dinheiro e apropiação indevida do património do Galo, além de conflito de interesses (o próprio presidente do clube é credor, sendo que ele mesmo autoriza o empréstimo). Além disso, suspeita-se que Ziza Valadares seja um empregado de RG, pois esse recebe salários do BMG e mantém relações com RG.

Outro alvo do protesto foi Hissa Moisés, que mostra-se incompetente com Assessor da diretoria nos assuntos relacionados a contratações. Suspeita-se que ele esteja no galo para sabotar o ano do centenário, pois sua família é toda cruzeirense.


Fotos do evento: http://picasaweb.google.com/galo105minutos/ProtestoLavandoAAlmaAtleticana

Vídeos do evento: http://www.youtube.com/user/galo105minutos

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Dunga apoiando o Corpo de Bombeiros:




Enquanto isso, a torcida cantava no Mineirão: "Dunga seu jumento". Provavelmente ele vai ser chamado para concorrer com o kid-bengala nas brasileirinhas: