Tas, agora do CQC, antes o professor Tibúrcio do programa RáTimBum, está apresentando uma série no portal UOL chama "Tas na Zona... Eleitoral".
Nessa série ele aborda as eleições mostrando quais são as características que devem ser procuradas num candidato.
O quarto episódio da série me chamou bastante atenção, nele Tas conversa com um Doutor em Urbanismo, que fala que os candidatos tem que parar de pensar na cidade como uma empresa, a cidade não tem custo. Tudo deve ser feito na cidade para melhorar a civilização como um todo.
Os candidatos devem parar de pensar no tempo de governo e começar a pensar no tempo da cidade. 4 anos não são nada comparado com o tempo de vida das pessoas. As propostas dos candidatos tem que levar em conta o que pode melhorar a cidade do seu governo para frente, e não o que pode trazer mais votos para ele.
O vídeo: http://eleicoes.uol.com.br/2008/videos/assistir.jhtm?media=tas-na-zona-eleitoral--4-04023570C8C10326
Vale a pena ver os outros 3 primeiros também.
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Afonso Paulino Assume o futebol do Galo
O famigerado Afonso Paulino, que saiu escorraçado do galo, voltou hoje como diretor de futebol.
Em sua entreveista no superesportes ele disse: “Alexandre Faria já saiu, junto com o Hissa. E ainda tem muita gente para limpar. Desde sexta-feira, já comecei a limpar”, frisou. “Dei um incentivo aos jogadores. O ar mudou. Fico feliz de ver jogadores alegres, funcionários alegres. No jogo de sábado (vitória sobre o Náutico por 2 a 1), os jogadores podem não ter jogado bem, mas correram muito. Quero que eles sejam profissionais. Nada de beijar camisa, mas profissionalismo.”
Só quero saber quem irá limpá-lo do Atlético, pois ele foi um dos que iniciou esse processo de sugar to clube e trabalhar por interesses próprios.
Que suas intenções e atitudes sejam as melhores possíveis.
Em sua entreveista no superesportes ele disse: “Alexandre Faria já saiu, junto com o Hissa. E ainda tem muita gente para limpar. Desde sexta-feira, já comecei a limpar”, frisou. “Dei um incentivo aos jogadores. O ar mudou. Fico feliz de ver jogadores alegres, funcionários alegres. No jogo de sábado (vitória sobre o Náutico por 2 a 1), os jogadores podem não ter jogado bem, mas correram muito. Quero que eles sejam profissionais. Nada de beijar camisa, mas profissionalismo.”
Só quero saber quem irá limpá-lo do Atlético, pois ele foi um dos que iniciou esse processo de sugar to clube e trabalhar por interesses próprios.
Que suas intenções e atitudes sejam as melhores possíveis.
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Entrevista com Kalil
O Kalil montou vários times bons da história recente do galo... Falou que o time perdeu por incompetência, e não por problemas de arbitragem.
Criticou as outras diretorias, principalmente a do Ziza, falando que se ele sair, não faz diferença nenhuma.
Também falou o mesmo do Conselho Deliberativo.
Foi o único que defendeu o voto direto de associados no galo!
Mas fugiu do pau toda vez que apertaram ele, durante seu mandato. Vamos ver o que ele está bolando, porque o discurso dele é de pré-candidato a presidência do galo.
http://www.galocast.com.br/programas/kalil.mp3
Criticou as outras diretorias, principalmente a do Ziza, falando que se ele sair, não faz diferença nenhuma.
Também falou o mesmo do Conselho Deliberativo.
Foi o único que defendeu o voto direto de associados no galo!
Mas fugiu do pau toda vez que apertaram ele, durante seu mandato. Vamos ver o que ele está bolando, porque o discurso dele é de pré-candidato a presidência do galo.
http://www.galocast.com.br/programas/kalil.mp3
Entrevista com Paulo Cury
Esse é um dos mais safados.. Conseguiu fuder tudo, e ainda transformou a Vila Olímpica, que era local de treinamento do time do galo, no famigerado Vila-AquaPark, que só trouxe prejuízo para o Galo e não foi nem concluído...
a dívida do galo com ele passou de R$1 milhão para R$30 milhões, se não me engano.
para baixar as entrevistas:
http://www.4shared.com/file/63279827/86dc0567/cury1.html
http://www.4shared.com/file/63281551/6fc21af8/cury2.html
a dívida do galo com ele passou de R$1 milhão para R$30 milhões, se não me engano.
para baixar as entrevistas:
http://www.4shared.com/file/63279827/86
http://www.4shared.com/file/63281551/6f
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Galo X WRV - matéria de 29/09/2001
http://www.terra.com.br/esportes/2001/09/29/002.htm
Será mesmo que são R$21 milhoes??? O problema existe desde 2001, porque só agora o Ziza vem falar. E outra, como uma divida em Dolares é transformada em Reais?? Acho que o senhor Ziza tá fazendo é tempestade em copo d'água.. e mais, o conselho já tinha considerado essa dívida irregular, querendo responsabilizar o presidente Ricardo Guimarães... O único problema é que o estatudo do galo não permite esse tipo de responsabilização.
Atlético-MG é condenado a pagar mais de R$ 15 mi a ex-parceiro
Sábado, 29 Setembro de 2001, 01h05
Belo Horizonte - Em boa fase e prestes a marcar seu milésimo gol em campeonatos brasileiros, o Atlético-MG foi atingido nesta sexta-feira por uma bomba nos bastidores. Em uma sentença de primeira instância proferida pelo Juiz Geraldo Senra Delgado, da 24a Vara Cível da Comarca de Belo Horizonte, o clube mineiro foi condenado a pagar US$ 5,8 milhões (R$15,5 milhões) ao grupo investidor WRV Empreendimentos e Participações LTDA.
A WRV (Wálter, Roni e Vicente) é uma empresa que pertence aos donos de uma tradicional rede de supermercados da capital mineira, o EPA. Ano passado, o grupo adquiriu 60% dos passes do zagueiro Cláudio Caçapa e do atacante Guilherme, por US$2,4 milhões e US$3,6 milhões, respectivamente.
No dia 30 de junho deste ano, o Atlético vendeu Caçapa ao Lyon, da França, por US$5,25 milhões. O clube mineiro, porém, não honrou integralmente o repasse que deveria fazer ao sócio.
Após várias tentativas de acordo, a WRV moveu na terça-feira passada uma ação de execução contra o clube, solicitando como garantia o arresto de bens móveis e imóveis, inclusive contas bancárias dos Executados.
A empresa exige US$ 4 milhões por 60% do passe de Guilherme (incluídos 12% de juros ao ano), US$2,55 milhões pelos de Caçapa e US$1,2 milhão de multa pelo descumprimento contratual, o que totaliza aproximadamente US$ 7,8 milhões.
Com o desconto dos US$ 2 milhões já liquidados pelo Atlético, a dívida cai para US$5,8 milhões, tendo o clube 24 horas para pagar. Caso contrário, a penhora de bens já está autorizada pela Justiça.
Nenhum membro da atual diretoria do clube mineiro, que deve recorrer da decisão, foi encontrado pelo LANCE! para comentar o assunto
Será mesmo que são R$21 milhoes??? O problema existe desde 2001, porque só agora o Ziza vem falar. E outra, como uma divida em Dolares é transformada em Reais?? Acho que o senhor Ziza tá fazendo é tempestade em copo d'água.. e mais, o conselho já tinha considerado essa dívida irregular, querendo responsabilizar o presidente Ricardo Guimarães... O único problema é que o estatudo do galo não permite esse tipo de responsabilização.
Atlético-MG é condenado a pagar mais de R$ 15 mi a ex-parceiro
Sábado, 29 Setembro de 2001, 01h05
Belo Horizonte - Em boa fase e prestes a marcar seu milésimo gol em campeonatos brasileiros, o Atlético-MG foi atingido nesta sexta-feira por uma bomba nos bastidores. Em uma sentença de primeira instância proferida pelo Juiz Geraldo Senra Delgado, da 24a Vara Cível da Comarca de Belo Horizonte, o clube mineiro foi condenado a pagar US$ 5,8 milhões (R$15,5 milhões) ao grupo investidor WRV Empreendimentos e Participações LTDA.
A WRV (Wálter, Roni e Vicente) é uma empresa que pertence aos donos de uma tradicional rede de supermercados da capital mineira, o EPA. Ano passado, o grupo adquiriu 60% dos passes do zagueiro Cláudio Caçapa e do atacante Guilherme, por US$2,4 milhões e US$3,6 milhões, respectivamente.
No dia 30 de junho deste ano, o Atlético vendeu Caçapa ao Lyon, da França, por US$5,25 milhões. O clube mineiro, porém, não honrou integralmente o repasse que deveria fazer ao sócio.
Após várias tentativas de acordo, a WRV moveu na terça-feira passada uma ação de execução contra o clube, solicitando como garantia o arresto de bens móveis e imóveis, inclusive contas bancárias dos Executados.
A empresa exige US$ 4 milhões por 60% do passe de Guilherme (incluídos 12% de juros ao ano), US$2,55 milhões pelos de Caçapa e US$1,2 milhão de multa pelo descumprimento contratual, o que totaliza aproximadamente US$ 7,8 milhões.
Com o desconto dos US$ 2 milhões já liquidados pelo Atlético, a dívida cai para US$5,8 milhões, tendo o clube 24 horas para pagar. Caso contrário, a penhora de bens já está autorizada pela Justiça.
Nenhum membro da atual diretoria do clube mineiro, que deve recorrer da decisão, foi encontrado pelo LANCE! para comentar o assunto
Quem é Márcio Lacerda
Acho que todo mundo já sabe que o Márcio Lacerda está envolvido no esquema do Mensalão.
Mas o que poucos sabem é como esse candidato conseguiu formar o seu patrimônio de R$55 milhões.
A matéria abaixo foi publicada no NovoJornal (www.novojornal.com.br).
Curiosamente, dois dias depois, o Ministério Público, por solicitação de Aécio Neves, resolveu tirar o site do ar.
QUEM É MÁRCIO LACERDA?
Com a aprovação de seu nome como candidato do PSB, em aliança com o PT, para a sucessão municipal em Belo Horizonte , começa a vir à tona denúncia envolvendo o atual secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Marcio Lacerda (PSB).
Segundo uma das denúncias, o crescimento patrimonial de Marcio Lacerda ocorreu quando o mesmo comandava as empresas de telecomunicações Construtel e Batik, de sua propriedade, nos anos 80 e 90.
Neste período, seu principal contato era Roberto Lamoglia, que esteve na direção da Telemig, posteriormente, na da Telebrás.
À época, a Telemig esteve entregue a Saulo Coelho.
A Polícia Federal abriu, no período, inquéritos para apurar irregularidades que envolvia diversos personagens do PSDB e outros que migraram para o PTB.
A Construtel chegou a faturar em 1998 US$ 255 milhões. Com a privatização das empresas do setor de telefonia, os negócios de Marcio Lacerda começaram a cair.
Os lucros despencaram abruptamente. Em 2004, o faturamento da Construtel foi de R$ 2,4 milhões. Logo depois, ele vendeu a Batik e desativou a Construtel.
A correspondência encaminhada ao Novojornal, acompanhada de documentação, comprova o superfaturamento no fornecimento das centrais telefônicas de suas empresas à Telemig e à Telebrás, demonstrando ainda que Marcio Lacerda dividia parte dos "lucros" com o então diretor das estatais, Roberto Lamoglia.
A documentação é extensa e envolve outros políticos e ex-políticos mineiros do PSDB, PTB e PP. As informações são tão graves que antes de divulgar o nome dos envolvidos Novojornal decidiu por solicitar pareceres e certidões.
O esquema montado por Marcio Lacerda chegou, inclusive, a ser questionado pelo Tribunal de Contas da União e por entidades representativas dos setores patronal e sindical.
Subscritores da denúncia, à época, e atuais integrantes do grupo que encaminhou a documentação para o Novojornal alegam que o fazem na defesa do patrimônio público, acrescentando: "Lacerda, naquela época, não ocupava nenhum cargo público. No entanto, conseguiu se enriquecer fazendo negociatas com empresas públicas. Imaginem este senhor no cargo de prefeito de Belo Horizonte! Não vai sobrar para ninguém."
Doações
Preferido do governador tucano de Minas Gerais e do prefeito de BH, Fernando Pimentel (PT), para ser candidato da pretendida aliança eleitoral PSDB-PT na capital mineira, Marcio Lacerda doou para campanhas eleitorais o valor de R$ 1,15 milhão em 2002.
As doações foram feitas em nome de Marcio Lacerda (R$ 750 mil) e da Construtel Projetos e Construções (R$ 400 mil).
Em 2002, o generoso Marcio Lacerda doou a Ciro Gomes, candidato a presidente pelo PPS, a quantia de R$ 950 mil - 82% do total arrecadado.
Não por outro motivo, ele foi escolhido por Ciro para ocupar o cargo de secretário-executivo do Ministério da Integração Nacional.
O segundo maior beneficiado, com R$ 100 mil, foi o presidente do PPS, Roberto Freire (PE), candidato a deputado federal naquela ocasião.
Também receberam doações os candidatos a deputado federal pelo PPS-MG, Juarez Amorim, atual diretor da Copasa, além de Sérgio Miranda, R$ 10 mil.
O candidato a deputado estadual pelo PT-MT Gilney Amorim Viana recebeu R$ 50 mil.
Mensaleiro
Em 2005, Lacerda deixou o Ministério da Integração Nacional após seu nome aparecer como suposto beneficiário de R$ 457 mil do esquema do mensalão.
De acordo com o publicitário Marcos Valério, o dinheiro teria sido pago em duas parcelas, em 2003.
Na ocasião, o então secretário-executivo da Integração Nacional confirmou três encontros com o publicitário.
Valério registra um primeiro pagamento a Lacerda, no valor de R$ 300 mil, em 16 de abril de 2003. O segundo pagamento, de R$ 157 mil, teria sido feito dois meses depois, em 17 de junho.
Em abril de 2007, Lacerda aceitou o convite do governador mineiro para ser secretário. Cinco meses depois, ele foi filiado ao PSB pelo tucano, que já pensava em um nome de um partido neutro para uma aliança PSDB-PT.
O deputado federal e presidenciável Ciro Gomes (PSB-CE) é um dos que trabalha pela aliança.
Mas o que poucos sabem é como esse candidato conseguiu formar o seu patrimônio de R$55 milhões.
A matéria abaixo foi publicada no NovoJornal (www.novojornal.com.br).
Curiosamente, dois dias depois, o Ministério Público, por solicitação de Aécio Neves, resolveu tirar o site do ar.
QUEM É MÁRCIO LACERDA?
Com a aprovação de seu nome como candidato do PSB, em aliança com o PT, para a sucessão municipal em Belo Horizonte , começa a vir à tona denúncia envolvendo o atual secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Marcio Lacerda (PSB).
Segundo uma das denúncias, o crescimento patrimonial de Marcio Lacerda ocorreu quando o mesmo comandava as empresas de telecomunicações Construtel e Batik, de sua propriedade, nos anos 80 e 90.
Neste período, seu principal contato era Roberto Lamoglia, que esteve na direção da Telemig, posteriormente, na da Telebrás.
À época, a Telemig esteve entregue a Saulo Coelho.
A Polícia Federal abriu, no período, inquéritos para apurar irregularidades que envolvia diversos personagens do PSDB e outros que migraram para o PTB.
A Construtel chegou a faturar em 1998 US$ 255 milhões. Com a privatização das empresas do setor de telefonia, os negócios de Marcio Lacerda começaram a cair.
Os lucros despencaram abruptamente. Em 2004, o faturamento da Construtel foi de R$ 2,4 milhões. Logo depois, ele vendeu a Batik e desativou a Construtel.
A correspondência encaminhada ao Novojornal, acompanhada de documentação, comprova o superfaturamento no fornecimento das centrais telefônicas de suas empresas à Telemig e à Telebrás, demonstrando ainda que Marcio Lacerda dividia parte dos "lucros" com o então diretor das estatais, Roberto Lamoglia.
A documentação é extensa e envolve outros políticos e ex-políticos mineiros do PSDB, PTB e PP. As informações são tão graves que antes de divulgar o nome dos envolvidos Novojornal decidiu por solicitar pareceres e certidões.
O esquema montado por Marcio Lacerda chegou, inclusive, a ser questionado pelo Tribunal de Contas da União e por entidades representativas dos setores patronal e sindical.
Subscritores da denúncia, à época, e atuais integrantes do grupo que encaminhou a documentação para o Novojornal alegam que o fazem na defesa do patrimônio público, acrescentando: "Lacerda, naquela época, não ocupava nenhum cargo público. No entanto, conseguiu se enriquecer fazendo negociatas com empresas públicas. Imaginem este senhor no cargo de prefeito de Belo Horizonte! Não vai sobrar para ninguém."
Doações
Preferido do governador tucano de Minas Gerais e do prefeito de BH, Fernando Pimentel (PT), para ser candidato da pretendida aliança eleitoral PSDB-PT na capital mineira, Marcio Lacerda doou para campanhas eleitorais o valor de R$ 1,15 milhão em 2002.
As doações foram feitas em nome de Marcio Lacerda (R$ 750 mil) e da Construtel Projetos e Construções (R$ 400 mil).
Em 2002, o generoso Marcio Lacerda doou a Ciro Gomes, candidato a presidente pelo PPS, a quantia de R$ 950 mil - 82% do total arrecadado.
Não por outro motivo, ele foi escolhido por Ciro para ocupar o cargo de secretário-executivo do Ministério da Integração Nacional.
O segundo maior beneficiado, com R$ 100 mil, foi o presidente do PPS, Roberto Freire (PE), candidato a deputado federal naquela ocasião.
Também receberam doações os candidatos a deputado federal pelo PPS-MG, Juarez Amorim, atual diretor da Copasa, além de Sérgio Miranda, R$ 10 mil.
O candidato a deputado estadual pelo PT-MT Gilney Amorim Viana recebeu R$ 50 mil.
Mensaleiro
Em 2005, Lacerda deixou o Ministério da Integração Nacional após seu nome aparecer como suposto beneficiário de R$ 457 mil do esquema do mensalão.
De acordo com o publicitário Marcos Valério, o dinheiro teria sido pago em duas parcelas, em 2003.
Na ocasião, o então secretário-executivo da Integração Nacional confirmou três encontros com o publicitário.
Valério registra um primeiro pagamento a Lacerda, no valor de R$ 300 mil, em 16 de abril de 2003. O segundo pagamento, de R$ 157 mil, teria sido feito dois meses depois, em 17 de junho.
Em abril de 2007, Lacerda aceitou o convite do governador mineiro para ser secretário. Cinco meses depois, ele foi filiado ao PSB pelo tucano, que já pensava em um nome de um partido neutro para uma aliança PSDB-PT.
O deputado federal e presidenciável Ciro Gomes (PSB-CE) é um dos que trabalha pela aliança.
Denúncias de Manfredo Palhares
Retirado da comunidade do Galo no orkut:
A insatisfação do conselheiro Manfredo Palhares não se limita as atuações do Atlético dentro das quatro linhas, mas a seu quadro financeiro, que ele classifica de “irreversível”, a não ser que haja averiguação das irregularidades. Com pesar perceptível na voz, o conselheiro revela: “O Atlético Mineiro faliu”. Palhares veio ao jornal Edição do Brasil munido de documentação e relatos que revelam os fatores e responsáveis por levar o Atlético ao atual crítico quadro financeiro. As declarações do conselheiro Manfredo Palhares , são baseadas no trabalho de uma investigação realizado por ele no clube sobre os últimos 13 anos. Quaisquer esclarecimento judicial, deve ser tratado com o próprio Palhares, que se diz munido para provar judicialmente e em qualquer aspecto suas declarações. O jornal Edição do Brasil reproduz os principais trechos da entrevista concedida pelo conselheiro, que detalha o começo da chamada “dívida impagável” atleticana.
O começo do déficit nas finanças do Clube:
“Em 1995 o então presidente Afonso Paulino deixa o clube para seu sucessor, Paulo Cury com um passivo (dívida) de aproximados R$ 3,6 milhões. Nessa época, o Paulino tinha revelado o Reinaldo (não o rei) e teve uma proposta de R$ 4 milhões por ele. Se o Afonso Paulino tivesse vendido o atleta, teria recursos para pagar o passivo. Mas Paulino preferiu segurar Reinaldinho para uma maior valorização. Só que Paulino deixou o clube, e em seu lugar entrou Paulo Cury que serviu de ponte para a entrada de uma quadrilha. Desde então praticaram estelionato, crime de usura e peculato.. Paulo Cury liquidou com o Atlético Mineiro, não prestava contas ao Conselho, que era comandado pela omissão do então presidente, o Sr. Cecivaldo Bentes, o Tite. No fim de sua gestão, Cury já estava bastante complicado judicialmente, foi quando, lançou Nélio Brant para a disputa eleitoral no Atlético. Esse rapaz, que era do Banco Rural, havia emprestado, inclusive, um dinheiro ao Galo (R$ 150 mil). Sua administração foi um escândalo.
Em um curto período de seis meses, esse indivíduo abriu 22 duas contas no Banco Rural em nome do Atlético, sendo que apenas uma efetivamente tinha movimentação financeira. Realizou também uma grande quantidade de contratos podres, perceptivelmente adulterados. Eu tenho alguns desses contratos. Havia uma denúncia no MP para averiguação disso tudo, mas a investigação que ia de vento em pouca parou em 99, quando o então promotor encarregado do caso foi inexplicavelmente afastado. Com a entrada de Alexandre Kalil as coisas se complicaram de vez. Cansei de pedir para esse senhor relatórios sobre a situação financeira do Galo, mas ele nunca forneceu, nem sequer respondeu. A entrada nos Conselhos fiscal e deliberativo de Kalil, Jarbas Soares e Manoel Saramago pacificaram as investigações que estavam ocorrendo no clube”, diz Palhares.
Aumento insustentável da dívida e supostos esquemas:
“Por incidência do destino, dois bancos que haviam executado o Atlético, por conta do não pagamento de dívidas (BMG e Rural) entram na política do clube, através de seus representantes (Nélio Brant e Ricardo Guimarães), e juntos proporcionam um dos maiores roubos da história do futebol brasileiro. O Sr. Ricardo Guimarães é um individuo, hoje, indiciado pela Procuratória Geral da República. Ele abriu mão da administração em 2004 para se dedicar a seus negócios com o Zé Dirceu, acordou na última hora. Mas em 2005, ano que estoura o esquema do “mensalão”, o Sr. Ricardo Guimarães deixa o Clube cair para a Segunda Divisão. Sobre o dinheiro que ele colocou dentro do Galo, tenho diversos protocolos pedindo um detalhamento, valor real das coisas. Segundo estimativa de Alberto Lima Vieira, o Ricardo Guimarães, em 2009, terá R$ 130 milhões para receber do Atlético. A torcida quer saber quais os juros destes empréstimos, dizem que é de 2% , mas a constituição permite apenas 1% nesses casos”, revelou Manfredo.
Objetivos dos causadores da “dívida impagável”:
“Eles querem chegar a um ponto que o Atlético tenha com eles R$ 200/300 milhões em dívidas para ficarem com o Diamond Mall. Isso não pode acontecer, é um patrimônio do Atlético desde 1927. Eles processam o Atlético no passado por causa de R$ 150 mil reais, porque sabiam que o Clube não tinha condições de pagar. Como eles querem receber agora, R$ 130 milhões? Qual o motivo de eles colocarem sal em carne podre? Temos que ver isso, eles sempre souberam que o Clube não tinha receita nem como pagar, mesmo assim injetam dinheiro em suas gestões. O pior é que os que fizeram isso com o Atlético, ao invés de serem punidos foram condecorados Conselheiros Beneméritos. Esses conselheiros já estão sendo infiltrados para favorecer uma eventual utilização do Diamond Mall para pagar a dívida com eles contraída”, denunciou Manfredo Palhares.
Atual cenário político (gestão Ziza Valadares):
“Esse rapaz não serve para dirigir o Atlético. Primeiro não tem competência. Ele tem que largar o cargo. Isso não é praia para ele. O engraçado, é que antigamente eu o pedi para assinar um pedido de auditoria, na época, ele me respondeu que não queria entrar para a política no clube. Eis que tempos depois ele entra, primeiro como diretor de futebol e depois como presidente”, disse o conselheiro.
Ainda de acordo com Manfredo Palhares, a dívida do clube, hoje, exorbita em torno dos R$ 400 milhões.
Atuação do Conselho Deliberativo atualmente:
Em reunião na última sexta feira, o Conselho Deliberativo do Atlético pediu o licenciamento de Ziza Valadares da presidência do Clube. Manfredo Palhares, em sintonia com a decisão, fez um apelo ao chefe do Conselho Deliberativo atleticano. “Dr. João Batista Aldirzoni peço ao senhor: Faça a auditoria, ouça a voz do povo. Largue as pressões e ouça a instituição. Nosso presidente do executivo já foi chamado de ladrão durante reunião do Conselho, eu tenho a ata. O problema já esta ficando social, as crianças não querem mais torcer pelo Atlético. Vamos banir e expulsar toda essa gente do nosso Galo. O senhor tem grande chance de se perpetuar como homem que salvou o Atlético Mineiro”, finalizou Manfredo Palhares.
Raios-X das últimas administrações:
Segundo estimativas de Palhares e de alguns profissionais da imprensa, o Edição do Brasil fez um detalhamento quadro-a-quadro das administrações citadas pelo Conselheiro. Nesses últimos 13 anos, o clube ganhou apenas seis títulos, mas aumentou sua dívida em mais de 100%. Confira do infográfico feito pelo departamento de arte, o detalhamento dos presidentes que passaram pelo Galo, entre 1995 e 2007, suas conquistas e estimativa da dívida durante as gestões.
A insatisfação do conselheiro Manfredo Palhares não se limita as atuações do Atlético dentro das quatro linhas, mas a seu quadro financeiro, que ele classifica de “irreversível”, a não ser que haja averiguação das irregularidades. Com pesar perceptível na voz, o conselheiro revela: “O Atlético Mineiro faliu”. Palhares veio ao jornal Edição do Brasil munido de documentação e relatos que revelam os fatores e responsáveis por levar o Atlético ao atual crítico quadro financeiro. As declarações do conselheiro Manfredo Palhares , são baseadas no trabalho de uma investigação realizado por ele no clube sobre os últimos 13 anos. Quaisquer esclarecimento judicial, deve ser tratado com o próprio Palhares, que se diz munido para provar judicialmente e em qualquer aspecto suas declarações. O jornal Edição do Brasil reproduz os principais trechos da entrevista concedida pelo conselheiro, que detalha o começo da chamada “dívida impagável” atleticana.
O começo do déficit nas finanças do Clube:
“Em 1995 o então presidente Afonso Paulino deixa o clube para seu sucessor, Paulo Cury com um passivo (dívida) de aproximados R$ 3,6 milhões. Nessa época, o Paulino tinha revelado o Reinaldo (não o rei) e teve uma proposta de R$ 4 milhões por ele. Se o Afonso Paulino tivesse vendido o atleta, teria recursos para pagar o passivo. Mas Paulino preferiu segurar Reinaldinho para uma maior valorização. Só que Paulino deixou o clube, e em seu lugar entrou Paulo Cury que serviu de ponte para a entrada de uma quadrilha. Desde então praticaram estelionato, crime de usura e peculato.. Paulo Cury liquidou com o Atlético Mineiro, não prestava contas ao Conselho, que era comandado pela omissão do então presidente, o Sr. Cecivaldo Bentes, o Tite. No fim de sua gestão, Cury já estava bastante complicado judicialmente, foi quando, lançou Nélio Brant para a disputa eleitoral no Atlético. Esse rapaz, que era do Banco Rural, havia emprestado, inclusive, um dinheiro ao Galo (R$ 150 mil). Sua administração foi um escândalo.
Em um curto período de seis meses, esse indivíduo abriu 22 duas contas no Banco Rural em nome do Atlético, sendo que apenas uma efetivamente tinha movimentação financeira. Realizou também uma grande quantidade de contratos podres, perceptivelmente adulterados. Eu tenho alguns desses contratos. Havia uma denúncia no MP para averiguação disso tudo, mas a investigação que ia de vento em pouca parou em 99, quando o então promotor encarregado do caso foi inexplicavelmente afastado. Com a entrada de Alexandre Kalil as coisas se complicaram de vez. Cansei de pedir para esse senhor relatórios sobre a situação financeira do Galo, mas ele nunca forneceu, nem sequer respondeu. A entrada nos Conselhos fiscal e deliberativo de Kalil, Jarbas Soares e Manoel Saramago pacificaram as investigações que estavam ocorrendo no clube”, diz Palhares.
Aumento insustentável da dívida e supostos esquemas:
“Por incidência do destino, dois bancos que haviam executado o Atlético, por conta do não pagamento de dívidas (BMG e Rural) entram na política do clube, através de seus representantes (Nélio Brant e Ricardo Guimarães), e juntos proporcionam um dos maiores roubos da história do futebol brasileiro. O Sr. Ricardo Guimarães é um individuo, hoje, indiciado pela Procuratória Geral da República. Ele abriu mão da administração em 2004 para se dedicar a seus negócios com o Zé Dirceu, acordou na última hora. Mas em 2005, ano que estoura o esquema do “mensalão”, o Sr. Ricardo Guimarães deixa o Clube cair para a Segunda Divisão. Sobre o dinheiro que ele colocou dentro do Galo, tenho diversos protocolos pedindo um detalhamento, valor real das coisas. Segundo estimativa de Alberto Lima Vieira, o Ricardo Guimarães, em 2009, terá R$ 130 milhões para receber do Atlético. A torcida quer saber quais os juros destes empréstimos, dizem que é de 2% , mas a constituição permite apenas 1% nesses casos”, revelou Manfredo.
Objetivos dos causadores da “dívida impagável”:
“Eles querem chegar a um ponto que o Atlético tenha com eles R$ 200/300 milhões em dívidas para ficarem com o Diamond Mall. Isso não pode acontecer, é um patrimônio do Atlético desde 1927. Eles processam o Atlético no passado por causa de R$ 150 mil reais, porque sabiam que o Clube não tinha condições de pagar. Como eles querem receber agora, R$ 130 milhões? Qual o motivo de eles colocarem sal em carne podre? Temos que ver isso, eles sempre souberam que o Clube não tinha receita nem como pagar, mesmo assim injetam dinheiro em suas gestões. O pior é que os que fizeram isso com o Atlético, ao invés de serem punidos foram condecorados Conselheiros Beneméritos. Esses conselheiros já estão sendo infiltrados para favorecer uma eventual utilização do Diamond Mall para pagar a dívida com eles contraída”, denunciou Manfredo Palhares.
Atual cenário político (gestão Ziza Valadares):
“Esse rapaz não serve para dirigir o Atlético. Primeiro não tem competência. Ele tem que largar o cargo. Isso não é praia para ele. O engraçado, é que antigamente eu o pedi para assinar um pedido de auditoria, na época, ele me respondeu que não queria entrar para a política no clube. Eis que tempos depois ele entra, primeiro como diretor de futebol e depois como presidente”, disse o conselheiro.
Ainda de acordo com Manfredo Palhares, a dívida do clube, hoje, exorbita em torno dos R$ 400 milhões.
Atuação do Conselho Deliberativo atualmente:
Em reunião na última sexta feira, o Conselho Deliberativo do Atlético pediu o licenciamento de Ziza Valadares da presidência do Clube. Manfredo Palhares, em sintonia com a decisão, fez um apelo ao chefe do Conselho Deliberativo atleticano. “Dr. João Batista Aldirzoni peço ao senhor: Faça a auditoria, ouça a voz do povo. Largue as pressões e ouça a instituição. Nosso presidente do executivo já foi chamado de ladrão durante reunião do Conselho, eu tenho a ata. O problema já esta ficando social, as crianças não querem mais torcer pelo Atlético. Vamos banir e expulsar toda essa gente do nosso Galo. O senhor tem grande chance de se perpetuar como homem que salvou o Atlético Mineiro”, finalizou Manfredo Palhares.
Raios-X das últimas administrações:
Segundo estimativas de Palhares e de alguns profissionais da imprensa, o Edição do Brasil fez um detalhamento quadro-a-quadro das administrações citadas pelo Conselheiro. Nesses últimos 13 anos, o clube ganhou apenas seis títulos, mas aumentou sua dívida em mais de 100%. Confira do infográfico feito pelo departamento de arte, o detalhamento dos presidentes que passaram pelo Galo, entre 1995 e 2007, suas conquistas e estimativa da dívida durante as gestões.
Assinar:
Postagens (Atom)